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quinta-feira, 17 de junho de 2010

DNS ou resolução de nomes

O DNS (Domain Name System - Sistema de Nomes de Domínio) é um sistema de gestão de nomes em que cada domínio possui um registo no DNS que define qual o endereço IP do servidor que aloja o sítio web ou o IP do servidor de e-mail que responderá por este domínio. Ao processo de descoberta dos servidores que respondem por um domínio denomina-se “resolução do nome” ou “resolução do domínio”. Ex. www.sapo.pt é um endereço em que o domínio é "sapo" e o endereço é  213.13.146.140 e ninguém sabe ou memoriza. Todos os sites que escrevemos na barra de endereços possuem um IP que normalmente ninguém sabe (excepto o servidor de DNS). Podem experimentar digitar  213.13.146.140  e vejam se abre o site do Sapo.

Por segurança, um registo pode definir vários servidores de nomes que podem responder correctamente para um domínio, sendo servidor primário o primeiro sistema a ser consultado no momento da resolução do nome. Caso o servidor de nomes primário esteja em manutenção, o servidor secundário é consultado, e assim sucessivamente. Acontece com sites de bancos ou de muito tráfego.

O sistema de distribuição de nomes de domínio foi introduzido em 1984 e com ele os nomes de servidores residentes numa base de dados central puderam ser distribuídos entre servidores de nomes múltiplos, numa árvore hierárquica, baixando assim a carga em cada servidor que controla a administração de parte do sistema. Em virtude de a base de dados do DNS ser distribuída, o seu tamanho é ilimitado e o desempenho não degrada tanto quando se adicionam mais servidores para essas funções.

Existem 13 servidores de nomes raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para aumentar a base instalada destes servidores, foram ainda criadas réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive em Portugal.

Se acham que o DNS do vosso fornecedor de internet é lento a apresentar as páginas ou dá erros de páginas não encontradas, experimentem nas definições da placa de rede, alterar o endereço DNS para manual e preencham 8.8.8.8 no campo do primário e 8.4.8.4 no secundário.  

Fonte: dns.pt

sábado, 17 de abril de 2010

Freeware ou licença grátis...

Volvidos tantos anos após o lançamento das primeira aplicações, e muita gente ainda confunde o grátis com o meio-grátis. Afinal o que é grátis?  É a música que vou sacar ao site pirata sem que me peçam dinheiro? É o software que vou buscar ao site oficial sem exigirem nada? Alguns pensam ainda que por estar disponível num site, não são piratas, uma vez que limitam-se a fazer o download para o computador pessoal. Vamos esclarecer que todo e qualquer software (aplicação ou jogo) e todo e qualquer conteúdo multimédia (música ou filme) estão sujeitos a licenças. Os filmes e as músicas, salvo raríssimas excepções (trailers ou amostras) são sempre sujeitos a pagamento e é proibida a sua cópia ou reprodução pública. As licenças de software dividem-se em várias categorias, as que não implicam pagamento ao autor (freeware, opensource, GNU), as que implicam o pagamento após o período de teste ou instalação (shareware) e as que implicam o pagamento ou licença no acto da instalação (commercial software). Existem ainda excepções que separam o tipo de utilizador, se pessoal ou profissional. A maior parte dos antivírus grátis, só o são para utilizadores pessoais, conforme mencionado nas condições ou acordo de instalação que ninguém lê. O OpenOffice por exemplo, é grátis para particulares e empresas. Na imagem deste post, temos 3 aplicações que basicamente fazem a mesma coisa (compactar/descompactar) e legalmente possuem licenças diferentes; o Izarc é grátis, o Winzip é grátis durante 30 dias (período de teste ou avaliação) e o PowerArchiver obriga á compra e introdução de Serial Number. Tenha em atenção que não podemos deitar a mão a tudo o que está por aí. Corre-se o risco, no caso das empresas, de ser fiscalizado e incorrer na prática de pirataria, punível com prisão.